domingo, fevereiro 03, 2013

quarta-feira, janeiro 30, 2013

No Brasil, as florestas são as grandes responsáveis pelas chuvas que irrigam nossas plantações e que abastecem nossos reservatórios de água. Elas também têm a importante função de purificar o ar, proteger a biodiversidade, manter nossos rios saudáveis e ser uma grande aliada no combate ao aquecimento global. Você pode ajudar a divulgar o projeto para seus amigos, entre na pagina e utilize nossas ferramentas de divulgação ajude-nos alavancar esse projeto. http://desmatamentozero.org.br/divulgacao.php

quarta-feira, dezembro 19, 2012

SOCIEDADE 2012-12-18 13:13h LÍDER DE MOVIMENTO EM GREVE DE FOME FRENTE AO PARLAMENTO Movimento cívico Revolução Branca espera por um pedido de audiência. tvi24 O presidente do movimento cívico Revolução Branca iniciou esta terça-feira uma greve de fome em frente à Assembleia da República em protesto contra a falta de resposta de responsáveis políticos a um manifesto e a um pedido de audiência. Paulo Romeira, que está em frente do Parlamento desde as 9:00, preside ao Movimento Revolução Branca, que em Julho entregou no Ministério Público uma participação crime contra todos os políticos responsáveis pela perda de soberania nacional, acusando-os de «traição à pátria». A queixa foi arquivada em Setembro. Este movimento organizou também em Outubro a caminhada «Refundar Portugal», de 12 dias, entre o Porto e Lisboa, que culminou com a entrega de um manifesto e de pedidos de audiência ao Presidente da República, ao primeiro-ministro, aos grupos parlamentares e à presidente da Assembleia da República. Movimento cívico Revolução Branca espera por um pedido de audiência Paulo Romeira disse hoje à Lusa que o movimento não teve qualquer resposta por parte do Presidente da República, do primeiro-ministro e dos grupos parlamentares do PS, CDS e BE. O PSD acusou a recepção do manifesto mas declinou a audiência. Quanto ao PCP, recebeu os documentos mas ainda não tomou «posição pública» sobre o conteúdo, nem respondeu a uma série de questões que o movimento lhe colocou, diz Paulo Romeira. Já os Verdes e a Presidente da Assembleia pediram para ser agendada a audiência, que deverá decorrer no próximo ano. O presidente do Movimento Revolução Branca diz que «o poder político está a tentar ignorar» um movimento que teve «o maior gesto cívico» num Estado democrático e promete continuar em greve de fome até «as forças» lho permitirem ou até considerar que tem as respostas «suficientes». Paulo Romeira garantiu que passará os dias sentado em frente do edifício do Parlamento e que dormirá no carro que estacionou na mesma rua. http://www.iol.pt/push/iol-push---sociedade/parlamento-greve-de-fome-revolucao-branca-tvi24/1402932-6182.html

terça-feira, dezembro 18, 2012

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terça-feira, junho 23, 2009

VIDA DA TRETA

HÁ PESSOAS QUE NÃO SAIEM MESMO DA CEPA TORTA VIVEM TODA A VIDA DENTRO DE UM CIRCULO VICIOSO, E SÓ SE DÃO CONTA DA FALTA QUE O OUTRO FAZ QUANDO ELE DESAPARECE.
DE NADA VALE ANDARMOS A ENSINAR BONS MODOS, COMPORTAMENTOS CIVILIZADOS, CUIDADOS COM A SAÚDE. PREOCUPÇÕES DE TODO O GENERO.

segunda-feira, maio 18, 2009

Francisco Azevedo Brandão

 

 Francisco Azevedo Brandão em 17/03/2009

 O acordo ortográfico é mais uma subserviência ao português que se escreve no Brasil. Quando ouço algumas «iluminarias» dizerem que Portugal não é o dono da língua portuguesa, apetece-me exclamar que o dono se calhar é a China ou o Gabão ou coisa que o valha! Vivemos agora de chavões, que se não forem contestados com veemência, ficam como verdades absolutas.

A riqueza da língua portuguesa assenta precisamente na diversidade das ortografias usadas nas antigas colónias. A unificação ortográfica por lei é uma autêntica aberração que contraria a natural evolução local da língua, caracterizadora das condições sociais, culturais, éticas e políticas de cada povo e de cada país.





terça-feira, maio 05, 2009

NÃO AO ACORDO ORTOGRÁFICO

Maioria dos portugueses é contra a reforma ortográfica
Jair Rattner

De Lisboa para a BBC
O acordo gerou vários movimentos contrários na sociedade portuguesa
A maioria dos portugueses é contra a aplicação do acordo ortográfico e diz que não vai utilizar as novas normas, segundo sondagem realizada pela empresa Aximage, sob encomenda do jornal Correio da Manhã, o mais vendido no país.
Segundo os dados da pesquisa, feita por telefone, 57,3% dos portugueses são contra as novas regras de ortografia e apenas 30,1% são a favor.
O número dos que não são nem a favor nem contra chegou a 11% do total, enquanto 1,6% diz que não tem opinião a respeito.
A reacção maior é na utilização das novas normas, em que 66,3% afirmam que não vão utilizar as normas resultantes do acordo, enquanto 22,1% dizem que pretendem escrever da maneira prevista pelo acordo.
"É um processo. Ninguém será obrigado a escrever automaticamente dessa maneira. Haverá um período de adaptação", diz Rui Peças, assessor de imprensa do ministro da Cultura,
Segundo ele, apesar da reacção contrária, o processo vai continuar sem adiamento.
Apenas 4,8% declararam não ter opinião a respeito dessa questão e 6,8% querem utilizar as normas do acordo só em alguns casos.
Jovens
A maior percentagem dos que rejeitam o acordo está entre os jovens de 18 a 29 anos, faixa etária em que 65% não querem mudar a forma de escrever.
Na faixa acima de 60 anos é a mais favorável, em que apenas 49,2% têm posição contrária ao acordo.

O anúncio de que o acordo seria aplicado gerou vários movimentos contrários na sociedade portuguesa.
Só na Internet, há três abaixo-assinados, um com 6.268 assinaturas, outro com 12.067 e o terceiro, encabeçado pelas figuras mais conhecidas do Movimento contra o Acordo reuniu até agora 101.784 assinaturas até 12 de Março (data da última actualização).
O ministro da Cultura de Portugal, José António Pinto de Lima, anunciou em Fevereiro que pretende iniciar a aplicação do acordo ainda no primeiro semestre deste ano e que em 2010 já haverá instituições do Estado usando as novas normas.
Em Portugal apenas três jornais estão utilizando as normas do acordo, das quais só um tem circulação nacional: o desportivo Record.

Não, não vou por aí !...

(De fato, este meu ato refere-se à não aceitação deste pato com vista a assassinar a Língua Portuguesa.Por isso ... por não aceitar este pato ... também não vou aceitar ir a esse almoço para comer um arroz de pato ... A esta ora está úmido lá fora ... por isso, de fato lá terei de vestir um fato) .
Este texto é como vamos passar a escrever com o novo acordo ortográfico. como se vê o texto não tem nada a ver com a nossa língua com a nossa vivência